Demanda do deputado Betão é atendida e escola rural em Goianá recebe oficialmente nome de adolescente que lutava pela educação

Dia de festa no assentamento Dênis Gonçalves, localizado na Fazenda Fortaleza de Santana, em Goianá, Zona da Mata. O motivo é que foi oficializada hoje a alteração do nome da escola para Escola Estadual Carlos Henrique Ribeiro dos Santos, uma demanda que desde o último ano tem sido uma das prioridades do deputado estadual Betão.

A história, apesar de simples, gerava complicações aos cerca de 50 alunos do ensino fundamental, do médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Sem um nome oficial, a escola era reconhecida por um número e alocada, inicialmente no município de Coronel Pacheco, fato que impedia a alocação de recursos e também a melhoria da infraestrutura da unidade de ensino, voltada para educação do campo.

Betão, que cobrava da Secretaria de Estado de Educação desde abril do ano passado a alteração, afirma que oficialização foi demorada, mas que a partir de agora a ideia é lutar por mais melhorias para os alunos. “Fico feliz, apesar da demora do governo Zema em resolver um problema a meu ver, simples. A educação, principalmente na área rural e das comunidades quilombolas ou assentamentos como os de Goianá devem ser prioridades, porque não tem acesso rápido aos mesmos recursos que uma escola, por exemplo, da capital. Na Comissão de Educação estou cada vez mais atento à essa realidade para poder ajudar mais casos como o de Goianá”, reforça Betão.

A diretora da escola, Carolina Rodrigues diz que hoje a comunidade está em festa e que a data marca a vitória em defesa da luta pela educação rural. “Mais que um nome, a gente recebe hoje o reconhecimento, uma identidade em defesa da educação do campo. É importante reconhecer que sem a luta do deputado Betão a gente não teria essa visibilidade nem conseguiria essa conquista. Além da mudança a gente também vai receber emendas para poder melhorar a qualidade do ensino para os alunos”, conta emocionada.

Emoção que ela afirma que a partir de agora será sentida todos os dias, porque a escolha do nome da escola, Carlos Henrique Ribeiro dos Santos, foi uma escolha popular de pais, alunos e de toda a comunidade a partir de um jovem de luta cujo sonho era ver a escola erguida. “É uma forma de mantermos a memória dele sempre viva, e a escolha do nome da escola contou com a participação de todos, até com a mãe dele, mostrando que somos uma comunidade”, finalizou.

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