Emenda destinada por Betão ao Hospital São Vicente de Paulo em Mutum será usada para melhorar e modernizar a política de atenção hospitalar

Se o objetivo é melhorar a qualidade, a agilidade e modernizar a apuração dos exames, o Hospital São Vicente de Paulo, em Mutum, já tem recurso certo para a compra de um equipamento automatizado para bioquímica. A pedido da vereadora na cidade, Malvina da Saúde (PT), nosso mandato destinou emenda parlamentar no valor de R$ 150 mil, recurso que já está em caixa para ser usado em melhorias na infraestrutura e no atendimento ao local.

O recurso vai render, já que também será usado para viabilizar a manutenção do atendimento aos 47 leitos que atendem à população da cidade e região. De acordo com a vereadora, esse equipamento que será adquirido, moderniza e dá mais segurança aos exames que serão processados no local.

“O hospital, que funciona por meio de doações filantrópicas, está carente de um aparelho como esse e com a emenda, será possível processar de forma mais rápida e segura os exames realizados pelo Hospital”, detalha.

Para Betão, que tem recebido muitas demandas dos municípios mineiros no setor da saúde, reflexo da política estadual de Zema do não cumprimento do mínimo constitucional no setor, aliada aos cortes aplicados por Bolsonaro na saúde, as emendas têm sido uma forma de ouvir e auxiliar as demandas das cidades.

“Apesar de ser obrigação do Estado garantir um orçamento público destinado saúde, entendemos que agora, mais do que nunca e por estarmos em uma pandemia, é necessário utilizar dos recursos provenientes das emendas parlamentares para assegurar melhorias aos municípios mineiros”, reforça.

Saúde em Mutum é uma das prioridades para o nosso mandato

Betão, que deste 2019 tem se empenhado na destinação de mais recursos para o Hospital e para toda cidade, tem promovido discussões junto aos trabalhadores da educação, também cobrou da Secretaria de Estado de Saúde que fossem enviadas mais doses de vacina contra a covid-19 para atender os trabalhadores sazonais, vindos de diversas regiões do Estado e do país para a colheita de café.

“São trabalhadores que vivem a realidade do trabalho junto à agricultura familiar e que precisam desse apoio urgente da cidade para se imunizarem”, detalha Betão.

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