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Deputado Betão promove reunião especial para homenagear o cantor e compositor mineiro Vander Lee

Reunião especial vai contar com a presença dos familiares do cantor, do irmão de Vander Lee, Marcos Catarina, o cantor e artista Maurício Tizumba, além de representantes da cena cultural, Laura Catarina, Serginho Marques e Luiz Peixoto

Data marca os seis anos da morte do artista; cerimônia conta com a presença de artistas mineiros e familiares do cantor

No próximo dia 5 agosto, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, realiza, a pedido do deputado estadual Betão (PT), uma homenagem pela vida e obra do cantor e compositor mineiro Vander Lee.

Nascido na cidade de Belo Horizonte em 3 de março de 1966, sua trajetória se inicia em bares locais em meados da década de 1980 e em pouco tempo, o cantor vira referência para mineira e brasileira.

Referência também para inúmeros artistas da MPB, com destaque para o Clube da Esquina, que neste ano completou 50 anos do lançamento do seu primeiro álbum.

Discografia e obra

Ao todo, Vander Lee lançou 10 discos e dois Dvds. Suas primeiras músicas foram em uma fita demo, com quatro faixas lançadas em 1986 e logo no ano seguinte o cantor se popularizou, iniciando uma série de shows marcados por próprio repertório com canções romântico, passando pelo samba, até a balada e rock.

Daí o sucesso foi uma certeza e o cantor eternizou sua voz com grandes nomes da MPB, como Zeca Baleiro, Elza Soares, Rita Ribeiro, Emilinha Borba e Leila Pinheiro.

Suas composições não ganharam só os palcos mineiros e uma das letras de sucesso foi a música “Estrela”, gravada pela cantora Maria Bethânia.  Um dos hist mais famosos é também “Onde Deus Possa me Ouvir” gravada ninguém mais ninguém mesmo que Gal Costa.

Também foi classificado em segundo lugar, em 1996, no “Festival Canta Minas”, da Rede Globo Minas, participando do CD do festival com a composição de sua autoria intitulada “Gente não é cor”. Neste mesmo ano, sua composição “Doce Roberta”, em parceria com Paulo Brandão, foi incluída no disco

E como não falar de Vander Lee sem falar de “Românticos”, “Iluminado” e “Esperando Aviões”, clássicos sempre pedidos pelo público nos shows.

Em momentos como os de hoje, de desmonte da cultura e do avanço da fome, Vander Lee também marcou presença com suas letras de protesto, como a canção Onde Deus Possa me Ouvir, que retrata a dura realidade do povo brasileiro, só pra citar um trecho “

Esse gigante em movimento Movido a tijolo e cimento Precisa de arroz com feijão Que tenha comida na mesa Que agradeça sempre a grandeza De cada pedaço de pão”

Em 5 de agosto de 2016, o músico faleceu, às 8h da manhã na UTI do Hospital Madre Tereza, em Belo Horizonte, após a cirurgia para a correção do infarto.

O cantor deixou 3 filhos: Laura, Lucas e Clara, que assim como o pai, herdaram talento musical.

A homenagem ao artista, músico, cantor e compositor Vander Lee é uma lembrança significativa e reconhecimento da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, pela sua contribuição dada a Cultura e arte do povo mineiro.

Reconhecimento mais que urgente, já que nos governos Zema e Bolsonaro a Cultura tem sido desmontada. Recentemente, o Congresso Nacional barrou os vetos do governo federal às leis Aldir Blanc e Paulo Gustavo. Ambas de fomento e reconhecimento àqueles que foram os primeiros parar e últimos a voltar com a pandemia e mesmo assim foi preciso derrubar o veto do presidente”, lembra Betão.

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